sábado, 21 de fevereiro de 2015

Como o Inferno Glorifica a Deus?

Para entendermos a maneira como o inferno glorifica a Deus, precisamos ver o inferno à luz da grande história da Bíblia, do seu ponto de vista e da sua caracterização de Deus e do homem.
A Grande História da Bíblia
A história da Bíblia, como todas as histórias, tem um começo, um meio e um fim.
O começo
Deus cria um lugar perfeito e coloca nele um homem e uma mulher inocentes. Deus estabelece os termos e afirma, com clareza, a consequência de transgredirem seus termos. Um inimigo mente para a mulher inocente. Ela acredita na mentira, quebra os termos de Deus, e o homem a acompanha no pecado. Deus amaldiçoa o inimigo e dá início às consequências da transgressão, amaldiçoando também a terra. Na maldição lançada sobre o inimigo, Deus afirma que o descendente da mulher ferirá a cabeça do inimigo, enquanto o inimigo ferirá o calcanhar do descendente. O homem e a mulher são banidos do lugar perfeito.
Meio
A humanidade foi dividida em dois grupos: a descendência da mulher e a descendência da serpente, os justos e os ímpios. Os descendentes da mulher são inicialmente um subconjunto da nação de Israel, uma linhagem de descendentes que Deus escolheu abençoar. Eles experimentam um refazer do começo da história. Deus os coloca em uma terra prometida e estabelece os termos. Eles quebram os termos e são banidos dessa terra, mas Deus continua a prometer que o inimigo será derrotado, ainda que isso tenha que acontecer por meio de um doloroso derramamento de sangue do descendente da mulher.
Então, Jesus vem como o descendente prometido da mulher. Ele esmaga a cabeça do inimigo, e o inimigo fere o seu calcanhar – Jesus morre na cruz. Por ser ele inocente e haver resistido a todas as tentações, a morte não pode retê-lo. Jesus vence triunfantemente a morte, satisfazendo a justiça de Deus contra o pecado e abrindo o caminho de salvação para todos os que crerão nele.
Fim
A criação será como uma mulher que sofre dores em trabalho de parto: os ímpios atacarão perversamente os justos, que confiam em Deus e dão testemunho da verdade de Deus, até serem mortos. Isto continuará até que Jesus venha de novo. Quando Jesus vier de novo, julgará os ímpios e os enviará à punição eterna. Ele levará aqueles que creram na Palavra de Deus e no testemunho de Jesus para um novo lugar perfeito.
A Bíblia nos Dá o Ponto de Vista de Deus...
Esta história não é simplesmente uma história; ela apresenta o ponto de vista de Deus sobre o mundo. Pense comigo no ponto de vista da Bíblia, a perspectiva dos autores bíblicos.
O ponto de vista deles é que Deus estabelece os termos e que Deus sempre está certo. Aqueles que rejeitam os termos de Deus estão errados e enfrentam as consequências que Deus afirmou quando estabeleceu os termos. Além disso, a Bíblia não somente representa o ponto de vista dos autores bíblicos, mas também reivindica falar por Deus. Ou seja, a Bíblia reivindica apresentar o ponto de vista de Deus sobre o assunto.
...Sobre Deus, o Homem e o Nosso Estado Diante de Deus
Como são apresentados os personagens na Bíblia? Eles são apresentados principalmente por suas palavras e ações, mas a Bíblia também avalia seus personagens. Pensemos brevemente como a Bíblia caracteriza Deus, os homens e Jesus.
A Bíblia ensina que Deus sempre faz e diz o que é correto. Ele sempre cumpre a sua Palavra. Nada pode frustrar o seu propósito. Deus é livre e bom. A Bíblia sempre justifica a Deus. Ou seja, a Bíblia sempre mostra que Deus é justo. Paradoxalmente, a Bíblia também mostra que Deus é misericordioso.
Por outro lado, todos os homens fazem e dizem o que é errado, o que revela falta de confiança em Deus. Por palavras e atos, os humanos transgridem os mandamentos de Deus. Os homens corromperam a boa criação de Deus, perverteram seus ótimos dons e, de toda maneira, têm atacado a Deus, que lhes dá vida e todas as coisas boas. Por isso, todos os humanos merecem condenação.
Como afirmamos antes, há dois grupos de humanos. Um grupo é caracterizado por confiar em Deus, concordar com seus termos, confessar que têm quebrado os termos, abandonar suas transgressões e procurar crer nas promessas de Deus, de modo que possam viver de acordo com os seus termos. O outro grupo rejeita Deus e seus termos, se recusa a admitir sua culpa, se recusa a abandonar o mal e se une ao inimigo.
Jesus mostrou por suas palavras e atos que era plenamente humano e plenamente Deus. Jesus nunca transgrediu os mandamentos de Deus. Ele resolveu o grave problema. Jesus se deu em favor de outros. Qualquer que se opõe a ele ou o rejeita está se opondo à bondade e ao amor e rejeitando-os. Qualquer que se opõe a ele e o rejeita merece condenação. Aqueles que o recebem e se unem a ele, fazem isso nos termos dele, que são os termos de Deus e envolvem confissão de pecado, arrependimento e confiança em Jesus.
Então, Como o Inferno Glorifica a Deus?
Como tudo isto nos ajuda a entender como o inferno glorifica a Deus?
Este mundo é a história de Deus. Ele falou e o trouxe à existência, e o mundo continua a existir porque Deus continua falando. O universo é sustentado pela palavra do poder de Deus. É a sua história. Ele é o Autor cujo ponto de vista é comunicado na Bíblia e cujas caracterizações definem os participantes no drama.
O inferno é um ato de Deus em cumprir sua Palavra. O fato de que Deus manda os ímpios para o inferno mostra que ele é fiel e justo. Se Deus não aplicasse os termos que ele mesmo estabeleceu, não cumpriria sua Palavra e seria infiel. Se Deus não enviasse os ímpios para o inferno, ele não manteria seu próprio padrão de justiça e não seria justo. Se Deus não punisse os rebeldes no inferno, os justos não seriam vindicados. De fato, se não houvesse realmente inferno, poderíamos concluir que os justos estavam errados por terem confiado em Deus.
No entanto, o inferno existe e os justos são sábios por confiar em Deus. O inferno mostra a glória da justiça de Deus. O inferno vindica aqueles que obedecem aos termos de Deus, ainda que sofram terrivelmente por fazerem isso. O inferno vindica os justos que foram perseguidos pelos ímpios. O inferno glorifica a Deus.
Você não concorda com isso? Pode muito bem se unir a Shere Khan em opor-se a Rudyard Kipling. Ou, de novo, poder ter tanta chance de mudar o enredo, o ponto de vista ou a definição dos personagens, quanto Sauron teve de mudar a mente de Tokien. Isso não acontecerá. Você é uma criatura na obra de arte do Criador. Aceite o fato. Ele é o Criador, não você. Quanto deveríamos levar a sério aqueles que se opõem ao inferno ou tentam reescrever a história para que o inferno não seja parte dela? Com tanta seriedade quanto tomamos Hamlet criticando a obra de Shakespeare. Hamlet não teve existência independente. Ele só poderia criticar Shakespeare se o autor decidisse escrever essa cena.
Deus criou um universo em que a sua misericórdia tem significado precisamente porque não anula a sua justiça. Para ser justo e demonstrar misericórdia, Deus tem que cumprir sua promessa de punir a transgressão. Na apresentação bíblica da verdadeira história do mundo, Deus mantém a justiça na cruz e no inferno. Jesus morreu na cruz para estabelecer a justiça de Deus e garantir que os que se arrependem do pecado e creem em Cristo recebam misericórdia que é também justa. Deus pune os ímpios no inferno para manter a justiça contra todos os que se recusam a arrepender-se do pecado e dar graças a ele.
Em resumo, o inferno glorifica a Deus porque:
· Mostra que Deus cumpre sua palavra;
· Mostra a infinita dignidade de Deus, a qual dura para sempre;
· Demonstra o poder de Deus em subjugar todos os que se rebelam contra ele;
· Mostra quão indizivelmente misericordioso ele é para com aqueles que confiam nele;
· Confirma a realidade do amor por trazer justiça contra aqueles que rejeitam a Deus, que é amor;
· Vindica todos os que sofreram por ouvir ou proclamar a verdade da Palavra de Deus;

· E mostra a enormidade do que Jesus realizou quando morreu para salvar, do inferno que mereciam, todos os que creriam nele. Se não houvesse o inferno, não haveria a necessidade da cruz.

Fonte: http://www.ministeriofiel.com.br

sábado, 7 de fevereiro de 2015

O carnaval é uma festa pagã .Qual é objetivo do carnaval, qual a sua finalidade?



A ORIGEM DO CARNAVAL.

ORIGEM E COMEMORAÇÕES DO CARNAVAL

O carnaval tem a sua origem em épocas e civilizações muito antigas, derivando a sua comemoração de crenças e costumes de vários povos. Os festejos atuais tem suas raízes em comemorações muito antigas, sendo adaptadas a cada povo e cultura. Vejamos as linhas gerais dessa origem e comemoração nos diversos povos e cultura no decorrer da historia da humanidade:
No Egito antigo
Em tempos remotos, ou Egito festejava suas grandes divindades, o boi Àpis e Ísis com grandes celebrações populares nestas o povo participava com procissões e oferendas, musicas e danças num misto de devoção e euforia coletivas, prestando homenagem a essas divindades tão estimadas. Especificamente na festa ao boi Ápis, os egípcios pintavam um boi branco com vários símbolos e cores, o cortejavam festivamente pelas ruas, com toda a sociedade egípcia fantasiada ou mascarada e em grande devassidão, até que finalmente no rio Nilo afogassem esse boi. E a deusa Ísis também era homenageada com folguedos populares, com pompa, devoção e euforia dos seus adoradores.
NA GRÉCIA ANTIGA
Os gregos foram a civilização mais intelectual do mundo antigo, não só criando e desenvolvendo uma cultura nova, como também assimilando e reformulando conceitos e costumes de outros povos. Em matéria de costumes religiosos, eles criaram e viveram em função de uma mitologia tão diversificada, que não havia nada no seu cotidiano que não fosse regido por uma divindade especifica. E nessa diversidade de crenças e celebrações algumas divindades tinham seus cultos que consistiam em festins de grande euforia popular, como no caso do culto a Dionísio, considerado filho de júpiter. Dionísio era do deus do vinho e em sua homenagem o povo bebia e se embriagava, saia em grandes procissões com toda sensualidade e devassidão.
NO IMPÉRIO ROMANO
O império Romano, englobando muitas nações com seus vários costumes, sintetizou muito deles em certas comemorações novas, ou apenas adaptou os mesmo para sua mentalidade ou interesses próprios. È por isso que os deuses da mitologia antiga tem nomes gregos e latinos.
A Roma antiga era cheia das mais variadas diversões para agradar a todos, e assim tinha seus muitos carnavais Deu outra forma á crença e comemoração gregas a Dionísio transformando-o em Baco e celebrando-lhe os famosos “bacanais”
E meados de dezembro realizavam –se as “Saturnais”, que eram festividades a saturno, que segundo a crença geral era do deus expulso do  Olimpo, tornando-se o doador da alegria, em contraposição à miséria e pobreza, tão comuns na sociedade daquele tempo. fevereiro celebravam as “lupercais”, que eram cortejos dos sacerdotes do deus Pã chamados “lupercos”,que despidos e sujos de sangue agitavam as multidões. Em março comemoravam com grande algazarra a festa ao deus Baco, os conhecidos “bacanais”romanos, que possivelmente eram a maior celebração popular antiga, em que seus participantes embriagados cometiam todos os devaneios possíveis. Nessas festas os participantes, tais como os hindus, usavam mascaras e invocavam seus antepassados mortos e lhes celebravam homenagens. Em todos esses festins o Império Romano praticamente parava, para que o povo ficasse por conta das comemorações. As diversas classes sociais se misturavam desfazendo-se a desigualdade, a ordem publica era quase abolida, escolas, tribunais e repartições publicas do governo fechavam suas portas, a imoralidade e a libertinagem ficavam liberadas. E como usava-se mascaras e fantasias, era difícil identificar os participante em seus devaneios!
 Nesta celebração abolia-se a decência, e o povo extravasava suas euforias sufocadas pela moral de outras épocas do ano, escarnecia-se das realidades gerais do seu cotidiano, e numa total liberdade de expressão física e verbal, sem restrição alguma dramatizava e até ridicularizava tudo que era considerado motivo pra farras. Acredita-se que a origem dos carros alegóricos seja a maneira de ridicularizar os carros dos generais romanos e suas entrada triunfais após as grandes vitórias militares...
Como Roma influenciou tantos povos e culturas, o seu carnaval foi exportado para grande parte do mundo, sendo celebrado em cada lugar com os estilos próprios dos povos que o incorporaram ao seu folclore local.
E no decorrer da historia, mesmo com o advento do Cristianismo, o Carnaval não foi abolido das celebrações anuais. Autoridades eclesiásticas de grande expressão como Tertuliano,Cipriano e Clemente de Roma se posicionaram contra tal costumes, mas mesmo assim o Carnaval continuou e chegou inclusive a ser incentivado e patrocinado pelo Papa Paulo II, pois em meados do século XV  durante seu pontificado, perto do seu palácio, na Via Lata, se celebrava os festejos carnavalescos com mascaras, corridas de cavalos, carros alegóricos e batalha de ovos, farinha e água entre os participantes!

O CARNAVAL É FESTA IDÓLATRA PARA dEUSES PAGÃOS

Uma séria razão para o cristão não participar do carnaval é devido a origem, essência e motivos antigos ou modernos dessa festa, pois antes de se tornar um folclore ela era feita para divindades pagãs, sendo essencialmente idolatra, e com motivações extremamente contrarias à conduta cristã. Uma simples avaliação dessa festa evidencia que sua celebração não é própria para quem conhece e serve ao senhor, pois ele diz em sua palavra...”todos os deuses dos povos não  passam de ídolos”, (Sl.96:5).Realmente, os povos criaram seus ídolos pagãos e alguns deles sendo servidos com o Carnaval. O cristão não pode se comportar assim.
Tristes são as referencias bíblicas, que descrevem as abominações praticadas pelo povo de Deus nessa área de festividade idólatras: ”... se mesclarem com as nações e lhes aprenderam as obras; deram culto a seus ídolos os quais se lhes converteram em laço”, “... com deuses estranhos o provocaram a zelos, com abominação O irritaram. Sacrifícios ofereceram... não a Deus”,(Sl.106:35-36; Dt.32:16-17). E o pior de tudo é que tais sacrifícios e cultos, segundo o senhor Deus, eram essencialmente para ‘demônios’, (Dt.32:17;Lv.17:7;Sl. 106:37; I Co.10:19-22).
O cristão não participa do carnaval pois não serve a ídolos, sendo assim fiel à ordem divina: “ Ao senhor teu Deus adorarás, e só a Ele darás culto”, (Mt.4:10).
O CRISTÃO É ALHEIO A DEUSES E COSTUMES PAGÃOS
O servo de Deus não se envolve com o paganismo, com seus deuses, crenças ou costumes. Sendo o Carnaval algo essencialmente pagão, por questão de amor e fidelidade ao senhor. O cristão é alheio a essa celebração. Ao se comportar assim, o cristão está obedecendo ao mandamento do senhor dado ao seu povo desde o passado em relação Às nações pagas da antiga Canaã: “Quando entrares na terra que o senhor teu Deus te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos”, (Dt.18:9); “Guarda-te, que te não enlaces em imitálas...e que não indagues acerca de seus deuse, dizendo: assim como serviram estas nações aos seus deuses, do mesmo modo também farei eu “, (Dt.12:30). Os israelitas infelizmente imitavam os pagãos, pois Moisés quando este estava no monte para receber a lei, decidiram fazer um bezerro de ouro, oferecer sacrifícios e festejar com cânticos e danças, pois o povo “... assentou-se para comer e beber e levantou-se para divertir-se”,(Ex.32:1-8,18-21),ta como faziam os egípcios pagão com quem conviveram.Tempos depois, esse mesmo povo,agora já estabelecido na terra prometida, se rebela contra Deus, que os pune com o cativeiro, que segundo ele era porque”...seguiram ídolos e se tornaram vãos, e seguiram as nações que estavam em derredor deles, das quais o senhor lhes havia ordenado que não imitassem”,(II Rs.17:15). Na era apostólica, os moradores pagãos de listra, quando prepararam um verdadeiro Carnaval, foram advertidos por Paulo e Barnabé, no sentido de que toda expressão de culto à manifestação idólatra são “cousas vãs”, e que esses que assim se comportam devem se converter ao Deus vivo e Criador supremo.(At.14:13-15).
Portanto, o cristão é alheio ao Carnaval porque não imita os costumes dos que estão ao seu redor, sendo conhecendo do que o senhor abomina essas celebrações pagãs, e que na sua ira executa justo juízo sobre os que o trocam por ídolos pagãos e suas manifestações de culto ao festividades profanas.

O CARNAVAL É FESTA ESSENCIALMENTE CARNAL
Outra razão tem o servo de Deus para não participar do Carnaval: é porque tal festa é a grande celebração pecaminosa da carne. De todas as comemorações o Carnaval é a maior expressão de sensualidade profana, quando se dá vazão à  toda forma de manifestação carnal no que se refere ao erótico, bizarro e ridículo, promovendo assim a imoralidade e devassidão. É uma festa tão desregrada que os governos reconhecem a necessidade de conter a proliferação de doenças sexualmente transmissíveis, e também providencia meios de minimizar ou atender transtornos oriundos de desordens gerais ocorridas nessa comemoração. Todos os anos, após o Carnaval se contabiliza os tristes resultados conseqüentes dessa festa, quanto à toda sorte de prejuízos morais , sociais, físicos e financeiros, muitos dos quais sem possibilidade de serem reparados.
O cristão está no Espírito e não na carne, pois os que estão na carne não podem agradar a Deus,(Rm.8:8-9); e tem como ordens divinas: “Não ameis o mundo, nem as cousas que há no mundo... porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do pai, mas do mundo”, (I Jo.2:15-16). “E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as”, (Ef.5:11); “ ...nada disponhais para a carne, no tocante às suas concupiscência”,

Conclusão:

O carnaval é a grande festa da humanidade, sobressaindo às demais celebrações populares. Todos os anos é a comemoração tão espera e, independente de vises e dificuldades, é o festejo mais expressivo do ano. De origens tão remotas, influenciado pelas culturas mais diversas, tem se firmado como folclore vivo no decorrer da história. Celebrado originalmente para deuses da mitologia pagã ou como expressões dos apetites carnais, neste festim se extravasa as euforias ou desabafos populares das mais diversas formas. Visto por muitos como uma demonstração de alegria, é comemorado por todas classes sociais, tornando-se uma diversão comum a muitos povos.
Diante de tal realidade, o cristão avalia essa festa pelo prisma da verdade bíblica, e se posiciona como alheio a tal celebração, convicto de que sua conduta cristã não se harmoniza como Carnaval. Quem conhece, ama e serve a Deus, tem o discernimento espiritual para entender que o carnaval é festa profana e pagã, oriunda de homenagens a falsos deuse, e expressão dos sentimentos carnais contrários à boa conduta moral, pois nessa festa se extravasa toda as manifestações dos prazeres sensuais, uma promoção de imoralidade, como também se escarnece e ridiculariza tudo e todos.
O servo de Deus vive dentro de um contexto cultural e não é alguém alienado; porém aceita e vive somente aquilo que não contradiz a sua fé. Nesse particular do carnaval, a sua essência e pratica são muito mais que um simples folclore, e contraria completamente os princípios da fé e ética cristã, e o sevo de Deus não pode abrir mão desses princípios sagrados para se associar com tal celebração profana e inconveniente.
Deus deseja a santificação de cada um de nos seus servos, nos encaminhando às veredas da sua graça e conhecimento, e o Carnaval é, em sua essência e pratica, contrario a tudo isso, razão pela qual não somos participantes do mesmo. Tudo o que o Carnaval promove, oferece ou expressa, não serve para a vida cristã, antes, são coisas que reprovamos e das quais fugimos.
É assim que encaramos o Carnaval, como festa imprópria a todo aquele que se firma nos bons preceitos da vida cristã genuína e da moralidade séria, nobre e respeitável. E mais, devido a fascinação que temos por Jesus e gosto pela nova vida que dEle recebemos, as profanações e manifestações da natureza carnal não fazem mais parte da nossas conduta, que agora é pra servir ao senhor, e usufruir das maravilhas do seu reino.


Fonte: Livro Resposta da fé cristã (Rer :  Salvador Moisés da Fonseca)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

QUEM É JESUS?



Está você, como, cristão, capacitado pelo seu conhecimento das Escrituras a provar quem é Jesus? Vejamos como as Escrituras Sagradas nos dão forte evidência de quem é Jesus. Após aprender esses versículos, não deixe de falar sobre o nome de Jesus Cristo, pois Este nome está acima de todo nome. (Filipenses 2:9-11) E caso você, que leu os versículos a seguir, entender que Jesus é Deus, Senhor, Salvador, Criador, Onipresente, Onipotente e Onisciente, não deixe de orar e confessá-lo do modo como a Bíblia o define.
JESUS É DEUS
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"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus." - João 1:1.

"Estando as portas trancadas, veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco! E logo disse a Tomé: Põe aqui o dedo e vê as minhas mãos; chega também a mão e põe-na no meu lado; não sejas incrédulo, mas crente. Respondeu-lhe Tomé: Senhor meu e Deus meu! Disse-lhe Jesus: Porque me viste, creste? Bem-aventurados os que não viram e creram." - João 20:26-29.
"Aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus." - Tito 2:13.

JESUS É SENHOR

"Que guardes o mandato imaculado, irrepreensível, até à manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo; a qual, em suas épocas determinadas, há de ser revelada pelo bendito e único Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos senhores; o único que possui imortalidade, que habita em luz inacessível, a quem homem algum jamais viu, nem é capaz de ver. A ele honra e poder eterno. Amém!" - 1 Timóteo 6:14-16.
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"Esta é a palavra que Deus enviou aos filhos de Israel, anunciando-lhes o evangelho da paz, por meio de Jesus Cristo. Este é o Senhor de todos." - Atos 10:36.
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"Aquele que dá testemunho destas coisas diz: Certamente, venho sem demora. Amém! Vem, Senhor Jesus!" - Apocalipse 22:20.
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JESUS É SALVADOR
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"É que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor." - Lucas 2:11.
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"Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo." - Filipenses 3:20.
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"Que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador. - Tito 3:6.
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"Pois desta maneira é que vos será amplamente suprida a entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo." - 2 Pedro 1:11.
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"E nós temos visto e testemunhamos que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo." - 1 João 4:14.
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"E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos." - Atos 4:12.
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JESUS É PERFEITAMENTE HOMEM
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"E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai." - João 1:14
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"Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem." - 1 Timóteo 2:5.
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"Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz." - Filipenses 2:5-8.
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"Quando o vi, caí a seus pés como morto. Porém ele pôs sobre mim a mão direita, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno." - Apocalipse 1:17, 18.
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JESUS É CRIADOR
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"No princípio criou Deus os céus e a terra. [...] Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança." - Gênesis 1:1, 26.
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"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez." - João 1:1-3.
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"Este é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele, tudo subsiste." - Colossenses 1:15-17.
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JESUS É SUBMISSO AO PAI
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..........Antes de vir à terra - "Replicou-lhes Jesus: Se Deus fosse, de fato, vosso pai, certamente, me havíeis de amar; porque eu vim de Deus e aqui estou; pois não vim de mim mesmo, mas ele me enviou." - João 8:42.
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..........Durante sua vida na terra - "Eu nada posso fazer de mim mesmo; na forma por que ouço, julgo. O meu juízo é justo, porque não procuro a minha própria vontade, e sim a daquele que me enviou." - João 5:30.
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Depois de sua ascensão aos céus - "Quero, entretanto, que saibais ser Cristo o cabeça de todo homem, e o homem, o cabeça da mulher, e Deus, o cabeça de Cristo." - 1 Coríntios 11:3.
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JESUS É ETERNO - SEM PRINCÍPIO E SEM FIM
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"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz." - Isaías 9:6.
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"E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade." - Miquéias 5:2.
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"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus." - João 1:1, 2.
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"Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade eu vos digo: antes que Abraão existisse, EU SOU." - João 8:58.
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"Porém ele pôs sobre mim a mão direita, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último." - Apocalipse 1:17.


JESUS É IMUTÁVEL
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"Jesus Cristo, ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre." - Hebreus 13:8.


JESUS É ONIPOTÊNTE - TEM TODO PODER
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"O qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória, segundo a eficácia do poder que ele tem de até subordinar a si todas as coisas." - Filipenses 3:21.
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"Quando, porém, todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então, o próprio Filho também se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos." - 1 Coríntios 15:28.

JESUS É ONISCIENTE - POSSUI TODA A SABEDORIA
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"Tudo me foi entregue por meu Pai. Ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar." - Mateus 11:27
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"Matarei os seus filhos, e todas as igrejas conhecerão que eu sou aquele que sonda mentes e corações, e vos darei a cada um segundo as vossas obras." - Apocalipse 2:23.
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JESUS É ONIPRESENTE - PRESENTE EM TODOS OS LUGARES AO MESMO TEMPO
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"Respondeu Jesus: Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada." - João 14:23.
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Conclusão
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Existem grupos religiosos que negam a Divindade de Jesus Cristo, o seu Senhorio, o seu papel de Salvador, seus atributos. Todas as seitas retiram algo da pessoa de Jesus Cristo. Pergunte-se: Será que a denominação religiosa que eu freqüento nega algumas dessas verdades tão claras contidas nas Escrituras? Tenta ela modificar a clara compreensão desses textos, fazendo malabarismos textuais e até extra-bíblicos, com a finalidade de adaptar o relato bíblico às suas crenças? Se este for o caso, arrependa-se de ter seguido essa denominação, leia em espírito de oração todos os versículos acima mencionados, e ore mais ou menos assim:
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"Senhor Deus, em o nome de seu Filho Jesus, oro a ti, e peço-te perdão dos meus pecados. Obrigado por tua Palavra ser tão clara quanto à verdadeira identidade de Jesus. A partir de hoje, eu confesso Jesus Cristo como meu Deus, meu Senhor, Meu Criador, Meu Salvador. De agora em diante, sou teu filho espiritual, nascido de novo e remido no sangue de seu Filho Jesus. Que o teu Espírito Santo possa agir livremente em minha vida, cada dia mais, aprimorando o meu viver, conforme a tua Palavra, a Bíblia Sagrada. Obrigado por Jesus ter morrido por mim. Em nome de Jesus Cristo, eu oro com fé. Amém."
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Fernando Galli.